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Na Maia só paga o que deitar fora
O inovador sistema Pay as You Throw aplicado na Maia faz com que os habitantes paguem apenas os resíduos que desperdiçam.
Na Maia só paga o que deitar fora

Dias para reciclar, lixo que não foi apanhado e casas sem ecopontos é uma realidade conhecida em várias zonas do país. Mas não na Maia, o município que controla quem polui e quem recicla fazendo com que os cidadãos paguem apenas os serviços de gestão urbana relativos àquilo que desperdiçaram.

Tudo graças ao PAYT Pay as You Throw — um modelo já conhecido por grandes multinacionais, agora aplicado à economia doméstica. Assente no princípio do poluidor pagador, tem como objetivo diminuir a quantidade de resíduos produzidos e incentivar a reciclagem.

Sistemas como este já funcionam em Portimão, Óbidos e Guimarães, mas a Maia conseguiu levar a ideia e a sua concepção a outro nível: monitoriza os resíduos desde o momento que são colocados no contentor (e por quem) até chegarem ao tratamento.

Hoje é o município mais evoluído do país no que à gestão de resíduos diz respeito. Tudo começou em 2013 com o Projeto Ecoponto Casa: consiste na instalação de contentores individuais com um mecanismo RFID (identificação por rádio frequência) que permite fazer o controlo dos resíduos, com comunicações imediatas para a rede.

Deitar o lixo na Maia hoje é uma atividade que podia ser uma cena do filme «Regresso ao Futuro». Além do saco com os resíduos, os munícipes não se podem esquecer de levar o cartão que lhes permite abrir o contentor e identificá-los.

Primeiro carregam num botão e só depois de ouvirem o sinal podem passar o cartão, deitar o lixo até ouvirem, outro sinal, que indica que o equipamento está fechado. Os contentores inteligentes enviam a informação do que lhes foi depositado para um sistema central. A tarifa de resíduos cobrada é conforme os resíduos que cada munícipe produz e do serviço de recolha.

Fonte: Expresso
Foto: PATRICK PLEUL/AFP/GETTY IMAGES

 
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