Há dois anos, num sítio às portas de Viena, um projeto da Siemens, das companhias de energia austríacas e da câmara de Viena levou ao planeamento da primeira cidade inteligente. Um investimento de quase 47 milhões de euros deu origem a Aspern, a cidade do futuro.
Os 240 hectares de cidade, são um laboratório real, e a céu aberto, onde se trabalha para perceber como os edifícios, as fontes de energia renováveis e a rede de distribuição de energia podem melhorar trabalhando em sinergia e de forma a otimizar a eficiência energética, ao mesmo tempo que há um desenvolvimento urbano sustentável.
A atualidade das tecnologias que alimentam a cidade permite avaliar erros e analisar informações de forma a reconhecer padrões energéticos que não sejam eficientes..
A cidade vive graças a uma mistura entre tecnologia convencional e inteligente, com painéis fotovoltaicos, bombas de calor e uma série de novas soluções de armazenamento de energia, as quais têm sido um dos principais focos dos cientistas. Posteriormente o objetivo é perceber e otimizar a relação entre a produção e o consumo entre os edifícios e a rede.
Fonte: Expresso
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