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Cimeira do Clima: futuro do planeta começa a decidir-se hoje em Paris
Começa hoje 30 de Novembro, em Paris, a decidir-se o futuro da Humanidade. Embora o evento tenha a designação de Cimeira do Clima (COP 21) os 150 líderes mundiais que vão estar na capital francesa, mais os políticos e outros intervenientes, sabem que só controlando (ou mitigando) as alterações climáticas é possível deixar um planeta saudável e habitável para as gerações futuras. Sob uma segurança nunca vista - em parte por causa dos atentados de há 15 dias na cidade -, de certo modo a Cimeira já começou ontem com um cordão humano e uma manifestação simbólica de milhares de sapatos, que substituíram os manifestantes impedidos de o fazer por questões de segurança.
Cimeira do Clima: futuro do planeta começa a decidir-se hoje em Paris

Hoje, pelas 10 horas locais, o Presidente francês, François Hollande abriu formalmente a Cimeira do Clima perante 150 chefes de Estado mundiais, entre os quais o presidente norte-americano, Barack Obama. A partir das 11h00 começaram os trabalhos na tentativa de chegar a acordos e compromissos que preservem o ambiente a nível mundial.

 Laurent Fabius, Ministro francês dos Negócios Estrangeiros e principal anfitrião do certame, referiu recentemente que o objectivo primeiro da Cimeira do Clima é o de «alcançar um acordo inter-governamental, universal, ambicioso e juridicamente eficaz, para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, que provocam as  alterações climáticas e o aquecimento global da Terra».

 Mas o governante acrescentou que esse não é o único objectivo, e que «esta é uma grande oportunidade para reunir também outros actores na luta contra as alterações climáticas, como empresas, cidades, regiões, associações  e sociedade civil em geral».

 Em declarações à rádio TSF, Francisco Ferreira, ambientalista e professor universitário, presença habitual nestes eventos, lembrou que na Cimeira em cima da mesa estará a aprovação de um novo tratado para controlar o aquecimento global do planeta, sendo que o objectivo final é o que cada país tem de fazer para evitar que a temperatura da Terra não ultrapasse os dois graus centígrados até ao final do presente século.

 Francisco Ferreira referiu que assistiu este domingo, véspera do início da Cimeira, a dois eventos simbólicos em Paris: milhares de sapatos foram colocados na Praça da República, o local de concentração previsto para a marcha global, a qual não se realizou por motivos de segurança; e outro acto simbólico foi o cordão humano que se formou ligando o trajecto previsto para a manifestação entre a Praça da República e a Praça da Nação.

 Em relação às marchas pelo ambiente elas realizaram-se ontem, domingo, um pouco por todo o mundo e em muitas cidades, com destaque para Londres, Roma e Madrid, onde se juntaram dezenas de milhares de pessoas. Em Lisboa os marchantes não foram além de algumas centenas. Ao mesmo tempo, verificaram-se desacatos em Paris promovidos por manifestantes e grupos não identificados, acções que resultaram em centenas de detidos, pois em França não são permitidas manifestações ou protestos em virtude dos atentados terroristas de há duas semanas.

Texto e foto: José Alex Gandum

Fonte: O Instalador

 
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